1. New York-based photographer Brea Souders:

    These works came about after the death of both of my parents within the span of one year. Also influenced by my studies in hypnosis and the unconscious, I weave the objects and fuzzy memories of my childhood together with representations of my present self. Objects that I’ve culled from my parents’ home and that have influenced me from childhood to the adult I am today – an African violet terrarium, giant shell and fossil collections, art and physics books, microscopic slides of human and insect body parts, family pictures and painting sets – come together to create works about my family, loss, memory and a shifting identity. The images are illuminated with a harsh confessional light, often rendering things more mysterious. 

    www.breasouders.com

     
  2. The world’s weirdest photo albums ever made

    Amsterdam-based publisher Erik Kessels has produced 12 books of weird, often surreal, domestic photos, never intended for publication. Here are some of the funniest, most enigmatic and inexplicably heartwarming pictures from his collection.

    (via The Guardian. Click here for the full article.)

     
  3. Shoot the moon (2010) is still one of my favorite series by Mikael Kennedy, whom I met when I was Peter Hay Halpert’s gallery assistant back in New York.

    A gathering of ten years (1999-2009) of Mikael’s travels, this series is still the most open and unconstraint within his work. It reflects Kennedy as a free spirit, wandering familiar and wild territories, along with friends who often ended up in front of his lens. No assignments, no clients, no galleries, only the obsessive impulse to photograph.

    In his early twenties, Kennedy sold his own blood to buy polaroid film; until he run out of money, and polaroid run out of film. He stocked them in his fridge, unconcerned of expiration date, awaiting for the damage to alter the colors of emulsion. 

    "We had no jobs, we had no plan…..I told David that this was to be the plan: No plan. I said we’d ‘Shoot The Moon.’ ” Mikael Kennedy

     
  4. The question of where Europe ends set off Italian photographer Camilla de Maffei on a journey through Hungary, Serbia, and Bulgaria, costing the Danube River until its delta in Romania. It wasn’t a trip in search of geographical places; rather, de Maffei seeked for those peripheral regions that symbolically limit the boundaries of the European continent. 

    "The immense landscape designed by the course of the Danube lives beyond political and economic boundaries. Along the river, the idea of ‘Europe’ becomes fluid and elusive, fragmented in the everyday life of people and places," says de Maffei. Her photographs have a sense of remoteness and desolation. The landscapes, natural or man-made, engulf any human presence, as much as the most powerful European countries still exert an oppressive influence on the eastern border of the continent. 

     
  5. Tomatsu Shomei, Coca-cola, Tokyo, 1969

     
  6. Tomatsu Shomei, Untitled, from the series Protest, Tokyo (Purotesuto Tokyo), 1969

     
  7. Charlie Engman’s series Domestic Diorama shows the body as a weird, solid mass. Surreal and almost unrecognizable, human backs crawl over the furniture, looking like twisted aberrations. Defying gravity, Engman’s uncanny bodies resemble parasites invading and disturbing ordinary domestic scenes. 

     
  8. caille:

    From Life as a Night Porter

    Chris Shaw called this project, which he shot over his 10 years on the job, “the aesthetics of bad prints.”

    Copyright Chris Shaw

    (via photographsonthebrain)

     
  9. Sheets (2013), Japanese photographer Rinko Kawauchi’s latest book. “Cinematographic at heart, the sequences of randomly selected contact sheets offer a real-life time lapse, a resurrection of moments in the personal history of the artist and immortalized in some of her more significant publications. … It is all here, fragment by fragment, the elements and patterns of a primal cosmogony of varied affective nuances… “

     
  10. Fatigues é uma série de desenhos monumentais que a britânica Tacita Dean realizou para a Documenta de Kassel no ano passado. Há quase dez anos distante dessa mídia, Dean voltou a usar giz branco em quadro negro para narrar a descida caudalosa das águas do Rio Kabul pelas montanhas do Afeganistão. Na visão de Dean, a natureza é sublime, imponente e abundante. Os rastros vigorosos de giz no quadro escuro transmitem o poder exuberante da enxurrada, que, incansável, varre os obstáculos do caminho.

    Em Fatigues, portanto, não há fadiga. O trabalho é uma metáfora - quase óbvia, é verdade, mas não menos energizante - das fadigas da vida, que tão comumente nos arrastam à força correnteza abaixo. No caso de Dean, o trabalho alude também a uniformes militares, que em inglês são chamados de fatigues, e à exaustão sentida após o encerramento de sua exposição no Turbine Hall da Tate Modern em 2011, em Londres.

    Hoje é o último dia de Fatigues na Marian Goodman Gallery. 

     
  11. À procura da pintura perfeita, Matisse repetia os mesmos temas, as mesmas formas, as mesmas composições. Experimentava com as pinceladas, os traços, os movimentos e as cores. Começava, interrompia, renunciava, seguia em frente, recomeçava, reciclava, insistia. Processo, progresso, propósito.

    In Search of True Painting, a magnífica exposição no Metropolitan Museum, desvenda o artista fauvista em ativo desassossego com sua própria prática, constantemente buscando ao longo de sua carreira o aprimoramento da pintura na medida da tentativa e erro. É uma faceta de Matisse que eu desconhecia, essa do eterno aprendiz, que não temia olhar para mestres como Cézanne, Signac e Monet em busca de ensinamentos e inspiração. Em trabalhos similares, justapostos em duplas, trios ou em grupos, In Search of True Painting revela o caminho vibrante e original que incluiu Matisse no panteão da pintura modernista.

    In Search of True Painting fica em cartaz no Met Museum até 17 de março. 

     
  12. É difícil categorizar o trabalho de Richard Artschwager que, desde os anos 60, tem criado arte que transita entre o Pop, o Minimalismo e a Arte Conceitual. Partindo de temas populares e materiais banais, como fórmica e Celotex, Artschwager transveste esculturas em mobiliário, mobiliário em pinturas, pinturas em protuberâncias de parede. O que se espera ser bidimensional, o artista faz ocupar o espaço a partir de texturas e ilusionismo. Inversamente, a tridimensionalidade é achatada em cantos e superfícies planas e improváveis do espaço.

    Vista em conjunto na recente retrospectiva no Whitney Museum, a obra de Artschwager se revela astuta, espirituosa e intrigante. Entender a inutilidade desses objetos que se disfarçam de arte exige uma aproximação mais direta e mais aberta do espectador. Exclamation Point (Chartreuse), de 2008, um ponto de exclamação amarelo gigante que encerra a mostra atesta que arte, para Artschwager, não passa de uma grande interjeição, o resultado da nossa reação de supresa e maravilhamento frente à ela. 

    A retrospectiva de Artschwager fica em cartaz no Whitney só até domingo, 03 de fevereiro.

     
  13. Se eu estivesse em Nova York, e não mezzo de férias no Brasil, me descabelando pra escrever minha dissertação de mestrado, eu iria conferir a exposição da fotógrafa Julie Blackmon, na Robert Mann Gallery. Julie Blackmon: Day Tripping acaba no sábado (12/01), bem antes da minha volta, então, além de descabelada, eu tô morrendo de ciúmes do meu amigo Dulphe Pinheiro Machado, que foi, curtiu, e me passou a dica. Valeu, queridón! 

     
  14. Cindy Sherman, Philip Glass, Kara Walker, Lucas Samaras, Laurie Anderson e Lou Reed são alguns dos artistas retratados por Chuck Close na sua mais recente mostra na Pace Gallery. Além das características pinturas monumentais, que Close compõe a partir da dissolução de imagens fotográficas em partículas únicas e abstratas, o artista exibe pela primeira vez retratos fotorrealistas também em tapeçarias e aquarelas. Na Pace Gallery da 25th Street até 22 de dezembro. 

     
  15. Preciosidades em extinção, as impressões de Richard Misrach datam da década de 90, quando os laboratórios ainda se iluminavam de vermelho e cheiravam a químico. São paisagens monumentais e sublimes, que surpreendem os olhos especialmente pela magnífica escala de cores e pureza quase invisível de grãos. Com o foco preso no infinito, Misrach capta lugares desertos e inóspitos, porém estranhamente marcados por resquícios humanos. The Desert Cantos, em cartaz na galeria Robert Mann só até amanhã,apresenta intervenções que foram abandonadas e provavelmente esquecidas. Ao mesmo tempo em que reclamam nossa interferência danosa na natureza, também sugerem a beleza dos objetos que acabam sendo incorporados à paisagem; no entanto, a estetização formal reverbera com mais força em relação à crítica ao impacto ambiental.